[214] JORNALISMO A CONTA-GOTAS
Quarta-feira: o DN pegou nas escutas telefónicas a personalidades ligadas ao Apito Dourado e publicou-as. Foi um sucesso: a notícia abriu telejornais. No dia seguinte, a mesma história com protagonistas diferentes, o mesmo jornal. Na sexta-feira e no sábado, o Público fez exactamente a mesma coisa, primeiro com Luís Filipe Vieira, hoje com Pinto da Costa. A força do jornalismo a conta-gotas é a prova provada de que o jornalismo de investigação morreu.
Quarta-feira: o DN pegou nas escutas telefónicas a personalidades ligadas ao Apito Dourado e publicou-as. Foi um sucesso: a notícia abriu telejornais. No dia seguinte, a mesma história com protagonistas diferentes, o mesmo jornal. Na sexta-feira e no sábado, o Público fez exactamente a mesma coisa, primeiro com Luís Filipe Vieira, hoje com Pinto da Costa. A força do jornalismo a conta-gotas é a prova provada de que o jornalismo de investigação morreu.

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